Przejdź do głównej treści

Serie A: Rafael Leão regressa de lesão e dá vitória ao AC Milan (0-1)

A celebração de Rafael Leão
A celebração de Rafael LeãoEnrico Locci / GETTY IMAGES EUROPE / Getty Images via AFP

De regresso após lesão, o avançado português assinou o golo da vitória aos 50 minutos, depois de uma primeira parte complicada para os rossoneri, manietados por um Cagliari intenso e bem organizado até ao rasgo do número 10

Cagliari 0-1 AC Milan

Numa noite carregada de significado para Max Allegri, que em Cagliari vestiu a camisola rossoblù entre 1993 e 1995 e deu precisamente neste banco os primeiros passos como treinador na Serie A, o AC Milan sofreu e durante largos períodos permaneceu amarrado por um Cagliari feroz, compacto e intenso.

Depois, como tantas vezes acontece quando o jogo parece escapar, surge o momento que muda tudo: Rafa Leão. De volta após uma lesão muscular, o português irrompeu na noite sarda e ofereceu ao Diavolo um triunfo de peso, o 1-0 que garante pelo menos duas noites no topo da tabela.

As notas dos jogadores
As notas dos jogadoresFlashscore

No Unipol Domus, a primeira parte é sobretudo uma batalha. Duelos, segundas bolas, contactos constantes e muito pouco espaço para a qualidade, com um ritmo que nunca chega verdadeiramente a descolar. Para o AC Milan, consciente das armadilhas da deslocação, os primeiros 45 minutos são uma sentença dura: zero remates enquadrados, vários erros técnicos e a sensação constante de uma equipa que nunca foi realmente dona do jogo.

O Cagliari, pelo contrário, entra em campo com personalidade e ideias claras. Agressivo desde a primeira posse, assume de imediato o controlo e tenta acelerar o ritmo. Bastam poucos segundos para perceber o ambiente: Prati e Palestra arriscam de longe, obrigando Maignan à máxima atenção e deixando um aviso claro. Os rossoblù não querem ser meros figurantes.

A equipa da casa ocupa bem os espaços, mantém-se compacta entre sectores e sai a jogar com ordem e lucidez, baralhando frequentemente uma manobra rossonera lenta, previsível e pouco sincronizada. A melhor ocasião surge por volta da meia hora, quando Esposito lê na perfeição a movimentação de Adopo: cabeceamento limpo, Maignan é obrigado a sujar as luvas para evitar o golo dos anfitriões.

O Milan tenta reagir aos repelões, confiando quase exclusivamente nas iniciativas individuais. Rafael Leão procura dar luz ao ataque com algumas acelerações, mas encontra sempre o caminho bloqueado pela solidez defensiva do Cagliari ou falha a ligação com Loftus-Cheek, como na transição desperdiçada a meio da primeira parte. O único verdadeiro sobressalto surge num lance: Rodriguez derruba Loftus na área, mas o VAR rapidamente anula a ilusão do penálti ao assinalar um fora de jogo anterior de Leão. Nada feito.

Ao intervalo, Allegri exige muito mais e a mensagem é compreendida. No regresso ao relvado, o AC Milan apresenta-se diferente: linha mais subida, ritmo finalmente adequado e uma pressão constante que obriga o Cagliari a recuar. Os rossoblù sentem dificuldades nos primeiros minutos da segunda parte, encostados à sua área, permitindo aqueles lances combinados que tinham faltado na etapa inicial.

O golo surge aos 50 minutos e nasce pelo corredor direito. Fofana vê e serve Rabiot em profundidade, que chega à linha de fundo e cruza tenso a meia altura. Zappa falha a interceção, a bola atravessa a área e sobra para Leão. Domínio, remate de pé esquerdo, golo. Um golo com assinatura, o sexto no campeonato, marcado no regresso após lesão e no momento em que o asv Milan mais precisava.

Depois, como consequência natural da gestão e das condições físicas ainda longe do ideal, Allegri permite ao seu número 10 sair mais cedo. No seu lugar estreia-se com a camisola rossonera Niclas Füllkrug, que aos 68 minutos entra juntamente com Ricci para dar novo fôlego à equipa. Seguem-se mais alterações pouco depois: Gabbia e Pulisic entram para os lugares de Estupiñán e Loftus-Cheek aos 78 minutos, substituições que marcam o tempo, quebram o ritmo e arrefecem a tentativa de reação de um Cagliari mais controlado na segunda parte, perigoso apenas aos 70 minutos com uma bicicleta de Kılıçsoy que sai ligeiramente ao lado.

No final, graças também à entrada eficaz de Pulisic e a uma gestão irrepreensível da vantagem, o Milan conquista um triunfo valioso longe de Milão, regressando provisoriamente ao topo da tabela e mantendo a invencibilidade iniciada após a derrota inaugural frente à Cremonese. Para o Cagliari, fica um desaire amargo, sobretudo tendo em conta o que mostrou na primeira parte.

Os números da partida
Os números da partidaOpta by Stats Perform

Piłka nożna

Wil jij jouw toestemming voor het tonen van reclames voor weddenschappen intrekken?
Ja, verander instellingen