Przejdź do głównej treści

Mundial-2026: Espanha, adversária de Cabo Verde, falha ensaio com Iraque em jogo de estreias (1-1)

Ferran Torres, a dedicar após marcar o seu golo frente ao Iraque
Ferran Torres, a dedicar após marcar o seu golo frente ao IraqueREUTERS/Miguel Vidal

A seleção espanhola apresentou uma versão pobre diante do Iraque no primeiro jogo de preparação antes do Mundial-2026. Com Laporte como previsível único titular no torneio - e com oito estreias na seleção principal -, a Espanha não encontrou a fórmula para superar uma equipa combativa e por vezes, muito dura, que encarou o jogo como se fosse oficial. A melhor notícia foi a fome de golo de Ferran Torres.

Recorde aqui as incidências do encontro

Os espanhóis tinham vontade de ver a sua equipa. Mesmo com apenas uns dias de trabalho, a faltar metade ou mais do onze titular, o adversário – embora também mundialista – não era propriamente apelativo, e por aí fora. Mas continua a ser a Espanha. E daqui a 11 dias estreia-se no Mundial frente a Cabo Verde. Alguma conclusão haveria de se tirar, certamente. A primeira, que De la Fuente premiou os jovens merecedores que ajudaram nos treinos esta semana: Jon Martín e Marc Bernal foram titulares e os restantes também tiveram minutos para se estrear.

Pontuações dos jogadores
Pontuações dos jogadoresFlashscore

A segunda é que Ferran Torres está com a fome de golo afiada para continuar a ser o tubarão do golo. Ao quarto de hora agarrou uma bola a meio-campo, conduziu até à área adversária e desferiu um remate que, com alguma ajuda do guarda-redes, abriu o marcador. Antes tinha sido Álex Baena a estar perto do golo, mas Basil reagiu bem para manter a sua baliza inviolada.

Parecia que com o 1-0, o mais difícil já estava feito. Os de De la Fuente aplicavam-se na pressão alta, insistiam nos passes longos em diagonal e criavam perigo com as subidas de Grimaldo. Mas num lance isolado, Doski fez um cruzamento-remate da esquerda que apanhou Joan García de surpresa na sua estreia no onze inicial. Mal posicionado e falhando no alívio, assim não vai discutir a titularidade com Unai Simón e David Raya.

A seleção ibérica podia ter recuperado a vantagem cedo, com um remate de Dani Olmo defendido por Basil e depois com um tiro à barra de Ferran. Mas os iraquianos, sem complexos, nem se abalaram, forçaram cartões a Marc Bernal e a Gavi e até cresceram em campo para bloquear os anfitriões.

Por necessidade física e táctica, houve cinco alterações ao intervalo. Estrearam-se Gonzalo García e Sergio Gómez e regressaram Eric García, Yéremi Pino e Jesús Rodríguez. Este último deixou a sua marca logo no primeiro toque, que quase deu golo. Mas a Roja não estava inspirada. E ainda assim Gonzalo quase marcou após um excelente cruzamento de Baena. Faltava velocidade na circulação e ideias para criar futebol. De la Fuente procurou-as novamente mexendo no banco com mais três estreias: Pubill, que vai mesmo ao Mundial, Turrientes e Javi Guerra.

Mas nem abanando o jogo, nem sequer com a esperada entrada de Mikel Merino, mudou alguma coisa. Faltava até concentração, apesar da vontade dos novos, como Leo Román e Javi Rodríguez. Não havia ritmo, intensidade, nem desequilíbrio. O que houve sim foi um par de faltas demasiado agressivas e perigosas que quase mandaram Baena e Jesús Rodríguez para o hospital.

Para os iraquianos, que encararam o jogo como um duelo oficial, empatar com a campeã da Europa foi um triunfo. Para a Espanha, resta esperar pelo próximo e último teste, frente ao Peru, para perceber se isto na Corunha foi apenas um dia mau antes da estreia com Cabo Verde, no dia 15 de junho.

Piłka nożna

Wil jij jouw toestemming voor het tonen van reclames voor weddenschappen intrekken?
Ja, verander instellingen