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Vasco Seabra espera jogo difícil frente a um adversário "sempre especial"

Vasco Seabra, treinador do Arouca
Vasco Seabra, treinador do AroucaPAULO NOVAIS/LUSA

O técnico do Arouca recordou esta quinta-feira algumas boas memórias do tempo passado no Estoril Praia, realçando a competência do adversário dos arouquenses na 11ª jornada da Liga Portugal.

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"É sempre especial voltar ao Estoril. A relação com toda a gente é muito boa e tive a primeira final da carreira lá. Sabemos que será um adversário difícil, com um bom treinador que já vem do ano passado. Alteraram o sistema, por isso teremos de estar atentos", afirmou Vasco Seabra, na antevisão ao encontro.

O treinador de 42 anos orientou os 'canarinhos' durante a época 2023/24 e realça que a qualidade de ambas as equipas não se traduz na consistência dos resultados deste início de temporada.

"Antes da vitória frente ao Rio Ave, eles já tinham a mesma competência, tal como nós antes e após os nossos triunfos. Acreditamos que os resultados não têm traduzido o nosso trabalho, mas não ficamos agarrados a isso. Temos de ir à procura, mas acreditamos no processo, porque isso é que vai trazer sucesso no futuro", reforçou.

Apesar de se encontrar perto da linha de água, uma vitória pode catapultar o Arouca para a primeira metade da tabela, pelo que Vasco Seabra admite que a equipa "tem de corrigir os erros" e acredita que esta "embrulhada de pontos" pode vir a ser positiva para puxar os lobos para os lugares cimeiros.

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O início de época da formação da Serra da Freita não tem sido tão fácil como o técnico desejava, com apenas dois triunfos nas primeiras 10 jornadas, no entanto, o mercado de janeiro ainda "não é um foco".

"Estou convicto de que vamos fazer uma época muito boa e isso é com base nos jogadores que temos. Não gosto de refugiar-me em absolutamente nada. É uma questão de tempo e queremos que o tempo seja já amanhã (sexta-feira). Nunca existirá uma revolução em janeiro", confirmou.

Vasco Seabra destacou ainda que, apesar de gostar que a sua equipa construa as jogadas a partir de trás, não prende os jogadores a uma maneira de jogar.

"Não gostamos de chutar para o nada, mas, se tivermos espaço, vamos explorá-lo. Temos um jogo altamente livre para que os jogadores tenham intenções claras de jogar", disse.

Mateo Flores e Matías Rocha continuam de fora, enquanto Nandín e Pedro Santos já recuperaram das respetivas lesões.

O Arouca, 15.º classificado, com nove pontos, visita na sexta-feira o Estoril Praia, 12.º classificado, com mais um, às 20:15, no Estádio António Coimbra da Mota, sob arbitragem de Cláudio Pereira, da associação de Aveiro.

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